Aproximadamente R$ 34,3 bilhões deverão ser injetados na economia brasileira neste final de ano com o pagamento do 13º salário. O montante corresponde a cerca de 1,69% do Produto Interno Bruto brasileiro e diz respeito aos trabalhadores com carteira assinada, inclusive os empregados domésticos, e beneficiários da Previdência Social. A estimativa é do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
A entidade considera que se fosse levado em conta os adiantamentos do 13º salário concedidos durante o ano (pagos por muitas empresas quando os funcionários tiram férias), a injeção na economia chegaria a cerca de R$ 52,9 bilhões, o que representaria aproximadamente 2,6% do PIB.
A maior parcela do montante pago como 13º salário (56,4%) deve ficar nos estados da região Sudeste, que concentra também a maior parte dos trabalhadores, aposentados e pensionistas e empregados domésticos. A região Sul ficará com 16,6%; o Nordeste, 14,6%. Para as regiões Centro-Oeste e Norte, irão, respectivamente, 8,4% e 4,2%.
O valor médio nacional estimado pelo Dieese é de R$ 872. Em termos dos proventos da Previdência, o valor médio nacional é de R$ 516. Os empregados do mercado formal receberão, em média, R$ 1.146. Cada trabalhador doméstico com carteira assinada terá direito a um valor médio de R$ 430.
De acordo com pesquisas realizadas por associações comerciais e de finanças, a maior parte dos trabalhadores que receberão o 13º salário pretende usar o benefício para pagar dívidas. Apenas uma pequena parcela – 13% – pretende gastar com presentes de final de ano.

Existem muitas maneiras de conceber a economia como um ramo do conhecimento. Para os economistas clássicos, como Adam Smith, David Ricardo ou John Stuart Mill, a economia é o estudo do processo de produção, distribuição, circulação e consumo dos bens e serviços (riqueza). Por outro lado, para os autores ligados ao pensamento econômico neoclássico, a economia pode ser definida como a ciência das trocas ou das escolhas. A palavra economia deriva do grego oikonomía – oikos (casa, moradia) e nomos (administração, organização, distribuição). Deriva também do latim oeconomìa: disposição, ordem, arranjo.

É a importância paga diretamente pelo empregador. Pode ser estabelecido por unidade de tempo (mês, semana, dia ou hora), por unidade de produção (ou de obra), por peça produzida, por comissão sobre venda ou por tarefa.

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