BB e Caixa fazem assembléia em Londrina
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terça-feira, 14 de outubro de 2003
Betânia Rodrigues<br> Agência Folha 
Os funcionários do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal em Londrina definem, hoje, se entram em greve ou não. De acordo com Joseph Henrick Sonego, secretário de imprensa do Sindicato dos Bancários, a posição das demais bases terá peso fundamental na decisão.
Ambos grupos reivindicam a convenção integral acertada entre os funcionários de bancos privados e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) que reajustou em 12,6% o salário e os adicionais. O Banco do Brasil e Caixa propuseram aumento de 12,6% no salário-padrão, 5% de acréscimo no piso de mercado, abono de R$ 1,5 mil e Participação nos Lucros e Resultados (PLR) o que equivale a 80% do salário mais R$ 650,00 pagos em março de 2004.
Em assembléias realizadas na última segunda-feira, os funcionários da Caixa e Banco do Brasil tomaram decisões diferentes. Contrariando a tendência nacional, os funcionários do Banco do Brasil aceitaram a proposta patronal, mas terão que acatar a opinião da maioria. ''Em algumas capitais e grandes cidades, a paralisação atinge entre 70% e 100% da categoria'', disse Sonego.
A greve iniciada ontem pelos servidores do Banco do Brasil atingiu 70% dos funcionários das agências da cidade de São Paulo, de acordo com a Confederação Nacional dos Bancários (CNB). O BB informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não dispunha de números sobre a adesão à paralisação. Ainda segundo a CNB, a greve atingiu 90% dos funcionários do BB no Rio de Janeiro e quase a totalidade dos trabalhadores de Belo Horizonte.
A greve atingiu também a Caixa Econômica Federal. O banco informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que apenas 6,09% de suas agências deixaram de funcionar ontem. Segundo a CNB, a paralisação atingiu 80% dos funcionários do Rio de Janeiro e 100% dos de Belo Horizonte.


