Barreiras no Mercosul dificultam os negócios de empresas locais
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quarta-feira, 01 de junho de 2011
Redação FolhaWeb 
A fábrica de doces Dori, com sede em Rolândia e Marília, tem vários clientes na Argentina, mas não consegue mandar cargas para lá há dois meses. Por sua vez, a indústria de molas Aesa, de Cambé, fechou contratos no valor de US$ 100 mil com um cliente argentino, mas o comprador não conseguiu obter a licença de importação e a venda corre risco de não ser concluída. Esses são apenas dois exemplos que mostram que o Mercosul, criado há 20 anos, vai mal das pernas.
"Vendemos para a Argentina há 20 anos. Nunca tivemos problemas até então. As restrições começaram há mais ou menos um ano. E estão ficando cada vez piores'', afirma Carlos Assis, gerente de Exportação da Dori. Apesar das rodadas de negociações que estão sendo realizadas entre os dois países, Assis se diz pessimista quanto a uma solução rápida para o problema.
Saiba mais sobre as barreiras comerciais no Mercosul na matéria de Nelson Bortolin.
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