- Açúcar: as exportações brasileiras pagam uma taxa de US$ 0,01 a US$ 0,39 por quilo.
- Suco de laranja: é cobrada uma taxa de US$ 477,00 por tonelada.
- Fumo em folhas: o imposto varia de 0 a 350%, mais uma taxa de US$ 0,26 a US$ 1,13 por quilo.
- Calçados: o imposto é de até 48% e é cobrada uma taxa de até US$ 0,90 por par.
- Carne bovina: a importação de carne brasileira é proibida, alegando-se contaminação por febre aftosa.
- Frango: a importação de frango brasileiro é proibida, alegando-se contaminação pela Doença de New Castle; além disso, o governo americano subsidia a produção e a exportação de frango congelado, restringindo o acesso do produto brasileiro a outros mercados.
- Aço: já foram impostos direitos anti-dumping definitivos contra produtos siderúrgicos brasileiros, com sobretaxa de 125% sobre tubos sem costura de aço, de 42,08% a 109% sobre chapas grossas de aço comum e de até 88,86% sobre ferro-silício, entre outros.
- Gasolina: o produto brasileiro é discriminado com base no Clear Air Act, que impõe restrições à gasolina importada; o Brasil reclamou na Organização Mundial do Comércio (OMC) e ganhou a causa. Mas a Petrobras ainda está em entendimento com o governo americano para a alteração das restrições.
O que querem impor agora

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