Bar surge como nova opção
Fabiana Ishida, mais conhecida como Fabi, abriu o New York Lounge, em Londrina, em março deste ano. A princípio, a idéia não era um bar voltado para o público GLS, mas, como conhecia mais homossexuais, foi natural que um chamasse o outro. Sua maior clientela é de universitários.
No começo, tinha som e muitas mesas e cadeiras. Com o passar do tempo, o espaço ficou pequeno e tivemos que retirar as mesas. Colocamos iluminação e chamei o DJ Daus, da Proto Records, para fazer disco*-tecagem, diz Fabi.
Além de música eletrônica, há dias de voz e violão, para atrair públicos diferentes, são dias reservados para aqueles que não querem muita balada, explica.
Para a empresária o público GLS é mais detalhista, exigente e antenado. O que vêem na internet já querem escutar no bar que freqüentam. Eles querem bebida boa, destilados, e realmente consomem, não têm família para sustentar, querem ver gente bonita, um bom som. (C.I.)





