Vânia Casado
De Curitiba
A Banestado Reflorestadora deverá ser privatizada até o fim do ano que vem. Essa é a previsão do novo presidente do órgão, Eugênio Stefanello, que vai comandar o processo de privatização. Antes disso, porém, a Reflorestadora será repassada para o governo do Estado, que volta a ter o domínio sobre o órgão.
Ocorre que o Banco Central não aceitou incluir a Banestado Reflorestadora no pacote privatizável do Banestado e ela terá que voltar para o governo do Estado, pelo valor do patrimônio líquido, determinado pelo balanço do banco de 30 de julho. Stefanello não soube dimensionar o valor do órgão, que é proprietário de 40 mil hectares de florestas no Estado. Depois que o órgão retornar para o governo do Estado, Stefanello pretende encontrar a melhor forma de fazer a privatização e acredita que o processo deverá demorar 1,5 ano.
Eugenio Stefanello se dedica ao setor agropecuário há muitos anos, sendo que recentemente desempenhava a função de superintendente da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab) em Brasília. Ele assumiu a Banestado Reflorestadora em substituição a Carlos Roberto Sebastiany, que pediu exoneração do cargo.

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