Para quem sonha com a casa própria e se enquadra nas exigências estabelecidas pelos agentes financeiros, existem várias opções de financiamento de imóvel no mercado. As instituições privados trabalham, em geral, com Financiamento de Crédito Imobiliário, com taxa de juros de 12% ao ano (o índice é variável) mais a Taxa Referencial (TR).
Na Caixa Econômica Federal, o maior agente financiador de imóveis do país, estão abertas três modalidades de empréstimos. Uma das mais atrativas é a Carta de Crédito FGTS Individual, que oferece financiamento com taxa de juros de 6% ao ano. O sistema financia a aquisição de imóvel residencial; aquisição de terreno/construção; construção em terreno próprio; conclusão, ampliação e/ou melhoria; aquisição de lote urbanizado; e aquisição de material de construção. Mas só tem acesso o trabalhador que comprovar renda familiar bruta de no máximo R$ 2 mil. O valor sobe para R$ 3.250,00 para financiamento de imóvel na planta.
A linha de crédito imobiliário com recursos decorrentes de Letra Hipotecária – LH Longa é outra modalidade de financiamento destinada à reforma e/ou ampliação. Não há limite de renda para pleitear recursos, mas os juros são mais salgados, indo de 12% ao ano ou mais, dependendo do agente financeiro. O valor máximo financiado nesta modalidade é R$ 180 mil.
Outra linha de financiamento disponível na Caixa é a carta de crédito com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), destinada à construção e à aquisição de imóvel residencial novo urbano (com até 180 dias de habite-se e o requerente do financiamento deve ser o primeiro morador). O limite do financimento é de R$ 180 mil e os encargos financeiros consistem de juros de 4% ao ano mais a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) – hoje de 10%.

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