Kraw PenasCaixas eletrônicos na agência Central do BB em Curitiba: quarta do PaísCrescimento de 50% no varejo, ampliação do atendimento automatizado, segmentação de serviços e participação no desenvolvimento industrial automotivo na região de Curitiba. Estas são as principais metas do Banco do Brasil para 98, ano em que completa 82 anos de atuação no Paraná.
A agência central de Curitiba foi a primeira sede do Banco do Brasil no Estado e atualmente é a quarta maior agência do País, gerenciando contas dos maiores grupos econômicos do Paraná. O volume de captações chega a R$ 450 milhões e as aplicações atingem R$ 500 milhões. Além da Unidades de Negócios Corporativos, que movimenta 25% do volume de negócios das grandes empresas, a agência tem 17 mil clientes no varejo, ou seja, pessoas físicas e pequenas empresas. Em todo o Estado, o banco tem 210 agências atendendo quase todos os municípios e movimentando cerca de R$ 3 bilhões.
Seguindo as exigências do mercado, o Banco do Brasil começou o ano colocando em prática o Plano de Excelência e Competitividade. Uma TV corporativa, instalada ontem na agência central de Curitiba, vai transmitir programação para a profissionalização e aprefeiçoamento dos funcionários. A rede de microcomputadores utilizados no atendimento também está quatro vezes mais ágil, garante o gerente de negócios Mário Wuaden. Até maio a sala de auto-atendimento vai ser ampliada em cinco vezes. Além dos saques, extratos e saldos, as novas máquinas vão possibilitar também depósitos em cheque e dinheiro. Tudo isso vai obrigar a agência a passar por uma reformulação nas instalações ocupando melhor o espaço e modernizando o visual. Outro projeto para este ano é a expansão do BB Personal Bank, que atende cinco mil clientes em casa no Paraná, através do microcomputador.
A modernização do Banco do Brasil ganhou maior impulso desde a implantação do Plano de Demissões Voluntárias (PDV) há quase três anos. De oito mil funcionários o banco passou a ter cinco mil no Paraná. O ajuste continua, mas agora é diário e gradativo, segundo Wuaden. ‘‘O próprio mercado oferece melhores oportunidades e os funcionários continuam sainda’’, diz. O enxugamento administrativo, associado a automação do atendimento no varejo, tem segmentado e valorizado o atendimento pessoal. ‘‘Tanto que temos 240 funcionários para 17 mil clientes na agência central’’, conclui.

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