São Paulo Foi suspensa, sem acordo, a reunião de ontem entre representantes dos bancos e os bancários. Segundo a Confederação Nacional dos Bancários (CNB), deve haver um novo encontro nos próximos dias, mas ainda não há data agendada.
A Executiva Nacional dos Bancários e negociadores da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) voltaram a discutir o reajuste para trabalhadores de instituições privadas. Na semana passada, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) estabeleceu que os bancos públicos Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal concedessem o reajuste salarial proposto pela Fenaban, de 8,5%, além do abono de R$ 1 mil e R$ 30 fixos por mês para os trabalhadores que ganham até R$ 1,5 mil.
De acordo com o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, os trabalhadores levaram aos banqueiros a contraproposta aprovada pelos trabalhadores em assembléia: 19% de reajuste mais abono de R$ 1,5 mil, Participação nos Lucros de Resultados (PLR) de um salário mais R$ 1,2 mil, além da manutenção de outras cláusulas já negociadas.
Os banqueiros insistem na proposta rejeitada pelos trabalhadores mas determinada pelo TST para a Caixa e para o BB. Os bancários também querem se reunir, ainda essa semana, com diretores dos bancos públicos para discutir questões específicas das carreiras dos funcionários dos dois bancos.

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