Bancários ameaçam parar os serviços no Banestado
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terça-feira, 19 de setembro de 2000
Carmem Murara De Curitiba 
O Sindicato dos Bancários faz hoje, a partir das 14h30, reunião com a diretoria de Recursos Humanos do Banestado para discutir a lista de reivindicações apresentadas na semana passada. Eles querem que banco garanta uma série de benefícios, como estabilidade de emprego e manutenção do número atual de agências por cinco anos após a privatização. Se não obtiverem resposta positiva do Banestado, os funcionários ameaçam entrar em greve na próxima segunda-feira.
O banco ainda não se pronunciou oficialmente sobre as exigências dos bancários, mas tem demonstrado que não vai atender. O governo do Estado já havia cortado do edital de privatização do Banestado a cláusula que determina ao novo banco manter por cinco anos o mesmo quadro de funcionários.
O presidente do Sindicato dos Bancários disse que se a resposta do Banestado for não, só haverá a saída da greve. Poderemos decretar a greve e deflagrá-la 72 horas depois, como manda a lei, ameaçou, ontem. Na quinta-feira, os funcionários do Banestado terão assembléia para discutir a paralisação.
Londrina O Sindicato dos Bancários de Londrina inicia hoje protestos para pressionar as negociações com o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banestado e Fenabam. Os protestos acontecem em todo o Brasil. Em Londrina, os sindicalistas vão se concentrar na agência central da CEF, a partir das 11 horas, para distribuir material informativo sobre as discussões com os bancos. Em seguida, os bancários vão levar o protesto para todas as agências bancárias do centro.


