Curitiba – Depois de dois dias de trégua, aguardando uma resposta da diretoria do HSBC para o pagamento da segunda parcela da Participação nos Lucros Resultados (PLR), o movimento sindical realizou novas manifestações ontem, para pressionar o banco inglês. No Paraná, houve paralisações e atos públicos em Curitiba, Foz do Iguaçu, Ponta Grossa, Maringá e Cascavel. Em Florianópolis, o Centro de Serviços ficou parado. E em São Paulo, 20 agências fecharam as portas.
Segundo o presidente da Federação cutista dos bancários no Paraná, Adilson Stuzata, os funcionários estão revoltados com a direção do banco, que não pagou a segunda parcela da PLR, prevista para 1º de março. ‘‘Já temos atividades nacionais programadas e o movimento pode culminar, inclusive, com uma greve nacional no HSBC’’, advertiu.
O banco alega que o não pagamento da segunda parcela está de acordo com a Convenção Coletiva Nacional dos bancários, que prevê a distribuição de no mínimo 15% dos lucros. Segundo o HSBC, este índice já foi distribuído na primeira parcela, paga em setembro passado.

mockup