Baixo valor do produto favorece vendas
O supervisor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Cid Cordeiro, acredita que as indústrias de chocolates do Estado aumentem o volume de produção em relação à Páscoa de 2008. Ele explicou que, como a compra de chocolates não depende de financia-mento e os produtos têm baixo valor de venda, a crise não deve afetar o segmento. Talvez as pessoas diminuam o tamanho dos ovos de chocolate que vão comprar, disse.
O diretor de comunicação da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem), Vander Morales, acredita que a efetivação dos trabalhadores vai depender do comportamento da economia. Segundo ele, o índice de contratação definitiva nas indústrias é sempre maior.
Uma pesquisa setorial que envolveu o trabalho temporário como um todo no País e divulgada em setembro, mostrou que a efetivação no comércio fica em um patamar de 34% a 37% e na indústria de 49%. Ele explicou que o setor industrial aproveita mais os temporários para fazer reciclagem de pessoal ou para aumentar a força de trabalho. (A.B.)





