A Azul Linhas Aéreas anunciou a ampliação das operações no interior do Paraná. A partir de 3 de agosto a companhia deve começar um voo diário e sem escalas de Maringá a Campo Grande. Segundo a assessoria de imprensa, o voo diário de Londrina à capital do Mato Grosso do Sul deve começar a operar em 1º de setembro. Todos os pedidos já foram enviados à Agência Nacional de Aviação Civil.
Os voos pretendem atender a uma demanda da região. "Campo Grande é uma cidade com grande potencial no setor industrial e agrícola. É uma ligação importante principalmente para quem viaja a negócios, uma vez que os destinos paranaenses também são destaques nesses setores", disse Marcelo Bento, diretor de Planejamento e Alianças da Azul.
Em relação a Foz do Iguaçu, onde atualmente conta com três voos semanais a partir de Cuiabá, a Azul incluirá outras ligações a partir de 3 de agosto, o que resultará na primeira frequência diária entre a cidade do Mato Grosso e o destino paranaense. Essa operação também está em aprovação na Anac.
Atualmente, segundo informações da assessoria, a companhia opera sete voos diários em Londrina. Os destinos atendidos são: Cuiabá, Curitiba, Porto Alegre, Presidente Prudente e Campinas. A Azul começou a operar na cidade em fevereiro de 2000, em operação com a Trip.

AQUISIÇÃO

O empresário David Neeleman venceu o processo de privatização da companhia aérea portuguesa TAP. O resultado foi anunciado ontem pelo governo de Portugal. O fundador da brasileira Azul propôs desembolso mínimo de 354 milhões de euros, especialmente para reforçar o caixa da companhia. Nesse valor, a compra das ações vai consumir pequena parcela: 10 milhões de euros. O outro concorrente era Germán Efromovich, controlador da Avianca.
A escolha da proposta de Neeleman foi confirmada durante reunião da cúpula do governo português ontem. O conselho de ministros usou três principais aspectos para a escolha do vencedor: reforço de capital, projeto estratégico e valor da transação. Com a operação, o consórcio liderado pelo empresário terá 61% da TAP. Além de Neeleman, o empresário português Humberto Pedrosa, ligado ao grupo Barraqueiro, faz parte do consórcio. (Com agências)

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