O go­ver­no de­ter­mi­nou que, a par­tir de ago­ra, de­ve ha­ver o des­con­to da con­tri­bui­ção pre­vi­den­ciá­ria so­bre o va­lor do avi­so pré­vio. O des­con­to va­ria de 8% a 11%, de­pen­den­do da fai­xa de sa­lá­rio do tra­ba­lha­dor – li­mi­ta­do a R$ 334,18, que é a con­tri­bui­ção re­fe­ren­te ao te­to do ­INSS (R$ 3.038,99).
  O de­cre­to nº 6.727, as­si­na­do pe­lo pre­si­den­te ­Luiz Iná­cio Lu­la da Sil­va e pe­lo mi­nis­tro Gui­do Man­te­ga (Eco­no­mia), foi pu­bli­ca­do na úl­ti­ma ter­ça-fei­ra (13) no ‘‘Diá­rio ­Oficial’’ da ­União e já es­tá va­len­do.
  Se­gun­do a re­gra, o avi­so pré­vio in­de­ni­za­do não faz ­mais par­te da lis­ta de ver­bas que não in­te­gram o sa­lá­rio de con­tri­bui­ção - que ser­ve de ba­se pa­ra o cál­cu­lo dos be­ne­fí­cios do ­INSS. As­sim, en­tra­rá pa­ra a con­ta das con­tri­bui­ções na ho­ra da apo­sen­ta­do­ria ou de ou­tros be­ne­fí­cios.
  O va­lor do avi­so pré­vio cor­res­pon­de a 30 ­dias de tra­ba­lho do se­gu­ra­do e não tem des­con­to de Im­pos­to de Ren­da. Pa­ra um tra­ba­lha­dor que re­ce­be R$ 415, a alí­quo­ta pa­ra o ­INSS é de 8%. Nes­se ca­so, o des­con­to no va­lor do avi­so pré­vio se­rá de R$ 33,20. Já pa­ra os se­gu­ra­dos com re­mu­ne­ra­ção en­tre R$ 911,71 e R$ 1.519,50, o des­con­to se­rá de 9%. A con­tri­bui­ção so­bre o avi­so pré­vio au­men­ta o nú­me­ro e o va­lor das con­tri­bui­ções fei­tas.

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