Avicultores do Oeste fazem hoje um protestam em frente ao frigorífico do grupo Chapecó, em Cascavel, que reduziu pela metade o abate de frangos, em decorrência de dificuldades financeiras. A manifestação não é contra a empresa, avisam os granjeiros, mas pela liberação de recursos para socorrer a indústria. Os recursos são uma promessa do BNDES. Deveriam ter sido liberados R$ 40 milhões, mas até aqui foram R$ 31 milhões, para unidades da Chapecó instaladas no Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Além disto, são reivindicados R$ 18,5 milhões para capital de giro, o que permitiria restabelecer o abate. Antes de entrar em crise, a Chapecó recebia 100 mil cabeças de frango. Segundo José Lino Bergamin, de Capitão Leônidas Marques, presidente da Avios, ‘‘todos os problemas se refletem direta e agressivamente sobre os produtores’’.

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