O auxílio-funeral, por sua vez, vive em constante crescimento, afirma Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi. "É o que mais cresce em todas as pesquisas. É a área do seguro que todos têm necessidade, independentemente da classe social. Todos estão sujeitos a este risco."
Este tipo de seguro cobre despesas relativas ao sepultamento no caso de falecimento do segurado, e está muito ligado ao conforto dos familiares nestas situações, já que o seguro cuida de toda a burocracia e o segurado precisa apenas informar suas preferências.
Segundo Michele Garcia da Silva, da empresa de assistência familiar Unipax, até mesmo pessoas mais jovens demonstram preocupação com as despesas e os procedimentos do momento da perda. "Hoje as pessoas procuram um plano, veem a diferença, a tranquilidade que têm de não precisar correr atrás de nada nesse momento. E hoje é tudo cobrado, desde caixão até velas."
O crescimento da empresa este ano, de acordo com Geomar Nunes dos Santos, gerente de vendas, está acima dos 8%. Em cinco anos, o número de associados dobrou, completa.
O porteiro Henrique Bileki paga um plano de assistência funeral há dez anos para ele, a mãe, esposa, filhos e netos, e valoriza o fato de não precisar cuidar dos detalhes do sepultamento no momento da perda. Ele já precisou utilizar o plano para sepultar o pai e uma neta. "Quando acontece, pega a gente desprevenido de tudo. Nunca esperaríamos que a neta, de 1 ano e 22 dias, viria a falecer. A gente fica sem rumo." (M.F.C.)

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