Enquanto a aprovação de projetos cresceu de 880 mil para 2,246 milhões de metros quadrados (155%), a liberação de Habite-se saiu de 469 mil para 625 mil metros quadrados (33%). A disparidade diminui bastante quando se despreza o ano de 2012. O crescimento das aprovações de projetos passa a ser de 74% e o de liberação de Habite-se, de 69%.
Há duas explicações para o descasamento dos números. A primeira é de que muitos projetos são aprovados, mas a construção demora a acontecer ou até não acontece. A segunda é que muitas obras são feitas, mas os responsáveis não vão atrás de regularizá-las.
O presidente do Sinduscon, Gerson Guariente, estima que 25% das novas edificaçõess ficam sem o documento que comprova o cumprimento requisitos legais.
O secretário de Obras, Ossamu Kaminagakura, admite que uma parte importante das obras não estão regularizadas. ''Infelizmente temos deficiência no sistema de fiscalização'', afirma. (N.B.)

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