Atuação internacional precisa ser complementar
O planejamento estratégico das empresas precisa considerar uma parte de atuação internacional como complementar à nacional, para deixar as empresas menos vulneráveis a crises localizadas. É o que o economista Roberto Zurcher, da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), sugere aos empresários paranaenses. "Assim como é preciso diversificar a oferta de produtos, é preciso diversificar os mercados. Todos que fizeram isso estão sobrevivendo melhor à crise", diz.
Diretor da Plaenge, Fernando Fabian concorda com a opinião do economista. "Conforme a Plaenge foi crescendo e atuando em várias cidades, fomos percebendo que o mercado imobiliário é de ciclos, que não ocorrem ao mesmo tempo em regiões diferentes", diz.
Zurcher lembra que outra vantagem é incorporar as tecnologias mais avançadas de mercados onde se atua. O economista cita a própria Plaenge e as peculiaridades da construção no Chile. "É um país que sofre com terremotos e as edificações precisam resistir a esses sismos." (F.G.)





