Atividades podem começar por acaso
Na vida da arquivista Renata Lira Furtado, 28 anos, o artesanato chegou por acaso, mas encontrou lugar certo. Há três anos ela começou a fazer bijuterias para uso próprio, daí as amigas gostaram e ela resolveu vender o que produzia. Renata não ficou apenas nas bijuterias, um dia passou em frente a uma loja, viu uma bolsa e resolveu fazer igual. ''Tentei e deu certo, então comecei a também fazer bolsas pra vender'', conta a arquivista.
A produção começou há seis meses e a artesã já vendeu cerca de 150 modelos, todos diferentes e muitas vezes personalizados. ''A maioria das bolsas é por encomenda, mas também participo de feiras de artesanato para mostrar o que faço'', conta. Durante o dia, Renata trabalha na Folha e à noite e aos sábados produz as bolsas. ''É cansativo, mas eu gosto'', afirma. Ela confecciona cerca de 40 bolsas por mês, com valor médio de R$ 30 cada uma.
A arquivista destaca que, às vezes, chega a lucrar com a venda do artesanato mais do que o salário mensal. Uma parte do dinheiro é usada como capital de giro e o restante é guardado. ''Meu sonho é abrir um ateliê. Também pretendo fazer uma especialização em moda'', projeta a arquivista. (E.Z.)





