Atividade estava no destino
Roberta Gianjacomo adorava passear em funerárias quando era adolescente. Tinha o sonho de ser médica-legista, conta. Um dia, entrou em uma delas, em Ibiporã, e viu um caixão de luxo. Achei lindo, queria saber onde tinha sido feito aquele produto. O dono do lugar me respondeu que vinha de muito longe, relembra.
Tempos depois, Roberta foi morar em Portugal e lá encontrou Ricardo Gianjacomo, que havia sido seu colega de escola e com quem começou a namorar e depois casou. Um dia, descobri que era a família dele que fabricava aquelas urnas que eu tinha visto em Ibiporã. Nossa, achei o máximo. Quando voltamos para o Brasil começamos a trabalhar na fábrica. Era o destino, brinca Roberta.
Ela conta que gosta muito de trabalhar na fábrica e que lá tudo é feito com muito carinho e cuidado. A gente cuida de tudo nos mínimos detalhes. Escolhemos os veludos, os cetins, as rendas com a maior atenção do mundo, reforça. E frisa que os modelos e as cores, podem ser escolhidos conforme o gosto dos clientes. Na Soft Line já foram feitas urnas nas cores azul, cor-de-rosa, preta, entre outras. (E.Z.)





