O que fazer para economizar energia elétrica se tornou lugar-comum. E o primeiro pensamento que vem à mente é o que isso representa no bolso. Atitudes simples, como a troca de lâmpadas incandescentes por fluorescentes, a diminuição do tempo no banho, o uso com critério dos eletroeletrônicos, comprar aparelhos que portem o Selo Procel - garante que o produto tem baixo consumo de energia - podem reduzir, em média, até 40% o consumo de uma residência, segundo informa o Instituto Akatu.
Mas o consumidor que se considera consciente de seus deveres e direitos não leva só em conta o alívio nas despesas mensais. Este pensa no ''impacto social e ambiental do ato de consumir'', diz Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu. Um exemplo é o de desligar os aparelhos das tomadas, não os deixando no modo ''stand by'' (espera). Isso representa redução de até 10% do que se consome em uma casa, conforme cálculo realizado nos EUA.
''Ao escolher o ato de consumir, você está escolhendo a sociedade na qual quer viver'', diz Mattar, salientando que atitudes menos óbvias fariam muito bem a toda sociedade. ''Um exemplo: uma lata de alumínio que é reciclada representa 4 horas de uso de uma lâmpada de 60 watts. Ou seja, reciclar é sinônimo de economia de energia e, aí, quanto menos energia consumirmos, menos investimentos em usinas hidrelétricas serão necessários e esses recursos poderão ser destinados para educação ou saúde.'' Bem ao bolso e ao meio ambiente

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