Curitiba Entre os dados divulgados ontem pelo Dieese e pelo Senge, chama a atenção a alta de 4.384% no preço da assinatura de telefones residenciais. Esse aumento aconteceu desde o início do Plano Real, em 1994. De R$ 0,61 o valor saltou para R$ 27,00. ''Essa virou a galinha dos ovos de ouro das empresas telefônicas'', comentou Cid Cordeiro, economista do Dieese.
Segundo ele, esse aumento foi uma decorrência de um rearranjo tarifário. Antes, as empresas cobravam mais na hora da compra da linha telefônica. O pulso residencial teve uma alta de 266% e a taxa de mudança de endereço subiu 15%. Já a habilitação caiu -94%.
O Dieese aponta que o brasileiro paga o pulso mais caro entre dez países. Em segundo lugar vem o Chile, seguido de Alemanha, Itália, Portugal, Espanha, Japão, Estados Unidos e Argentina.

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