O advogado Luiz Alberto Blanchet rebateu as acusações do Fórum. Em entrevista à Folha, disse que está tranquilo em relação às suas atividades como consultor da Copel e rejeita a acusação de tráfico de influência. Salientou que nunca exerceu cargo de diretoria na Copel e que atuou sempre como assessor. Sendo assim, ele dava sua opinião nos pareceres dos empreendimentos da Copel, mas as decisões sempre foram da área administrativa da empresa.
Blanchet disse que se for citado judicialmente vai se defender com serenidade, porque sempre atuou na condição de advocacia consultiva, ou seja, ‘‘não há conflitos de interesses entre as empresas das quais participa e a Copel’’. Destacou que se houvesse uma ação judicial que revelasse um conflito entre a empresa pública e as da iniciativa privada da qual participa, certamente ele optaria por uma delas. Em caso das empresas aparecerem com interesses contraditórios, mesmo que não houver ação judicial, ele abriria mão de orientar as empresas.
Blanchet negou que os contratos firmados com a Copel foram feitos sem licitação. Ele afirma que a Copel fez licitação dos serviços advocatícios e que ele foi vencedor.

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