Valorizar a cultura de confeccionar cerâmicas é o principal objetivo de Manoel Francisco Dias, o ''mestre Pixelô'', ceramista há 50 anos no Espírito Santo, que está participando da 3 edição da Mãos e Arte. ''Não podemos deixar essa tradição morrer. Minha proposta é disseminar a produção de objetos com barro'', afirma. Durante a estadia na Feira, além de expôr e vender sua produção, Pixelô dará oportunidade para que os visitantes tenham contato com o torno e aprendam algumas regras básicas para a prática desta profissão.
As tendas marroquinas, por sua vez, trazem a Londrina variada opção de artigos para decoração daquele país, desde biombos usados para dividir ambientes até puffs em couro. Pratarias, como chaleiras, açucareiros e bandejas podem ser adquiridas a partir de R$ 100. Outras opções são os porta-perfumes, copos, castiçais, luminárias, espelhos - os menores saem por R$ 60, bolsas e carteiras (a partir de R$ 10). ''Trazemos objetos tradicionais e também lançamentos do Marrocos e tudo é novidade aqui'', conta o comerciante Abdelhadi El Marghani.
''Gosto muito de artesanato, principalmente os de outros países, que têm cores e texturas diferentes'', conta Carolina Santini, que nas edições anteriores visitou várias vezes os stands da Feira e ontem, já na primeira hora de abertura do evento, resolveu repetir a dose. ''Tenho preferência por coisas da Índia e da África. Queria comprar tudo, mas infelizmente tenho que escolher'', brinca.
Os visitantes ainda podem sair da Feira com uma caricatura. No espaço estão instalados dois stands com os caricaturistas Violin (de Maringá) e Myriam Blasi (da Argentina) que fazem o desenho em apenas alguns minutos. O trabalho sai a partir de R$ 15.

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