O presidente do Iapar, Wilson Pan, define a Fapeagro como o instrumento ideal para o papel de articulação entre os setores envolvidos no agronegócio, sejam instituições públicas, privadas ou cooperativas. Ele acredita nos resultados dessa fundação pela sua flexibilidade e facilidade de ‘‘unir competências e capacidade instalada’’ nas diferentes instituições.
‘‘A Fapeagro, como instituição de caráter privado - porém contando com pessoas dos dois setores e com conhecimento amplo do processo produtivo - reúne todas as condições para ser uma boa articuladora entre os vários segmentos do agronegócio. Ela vai mostrar todo potencial existente nas instituições para alavancar estudos científicos e tecnológicos e, com isso, fazer com que nossas cadeias produtivas sejam mais compentes e competitivas. E como não tem vínculo direto com nenhuma entidade, a Fapeagro tem a grande liberdade de buscar conhecimentos onde eles existem, sejam nas empresas públicas estaduais ou federais ou nas empresas privadas e cooperativas e assim executar seus projetos da melhor maneira possível. A Fapeagro tem poder, inclusive, de cobrar agilidade e apresentar o melhor resultado possível para os projetos dos seus clientes’’
Como Wilson Pan, técnicos do Iapar e Embrapa acham que a Fapeagro, paralelamente, acabará por ter um papel importante na organização e esquematização das cadeias produtivas, um processo que está sendo conduzido pela Secretaria da Agricultura. Cada setor e instituição integrante do agronegócio tem hoje atividade muito específica, faltando organizar a articulação e integração desses setores que envolvem grandes valores.

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