ARMAS CONTRA A ALTA
OS INSTRUMENTOS TRADICIONAIS Alta dos juros: Subir os juros básicos da economia (Selic), atualmente em 19% ao ano. Essa medida poderia atrair mais recursos externos (dólares) ao mercado, em busca de maior rentabilidade Maior intervenção Aumentar a intervenção direta no mercado, com maior venda de dólares à vista (papel moeda) e de títulos cambiais. A maior oferta tenderia a baixar a cotação da moeda norte-americana Elevar compulsório Elevar a alíquota do recolhimento compulsório (dinheiro retido em uma conta do BC) sobre os depósitos à vista, hoje em 45% Isso diminuiria a disponibilidade dos bancos para aplicar na moeda norte-americana Recorrer ao FMI Sacar a primeira parcela, no valor de US$ 4,6 bilhões, do novo empréstimos acertado com o FMI, no total de US$ 15,6 bilhões Isso reforçarias as reservas cambiais do governo Estimular as exportações Adotar medidas de maior estímulo às exportações, como a diminuição de impostos sobre as vendas para o exterior Essa iniciativa contribuiria para aumentar o fluxo de recursos para o País MEDIDAS EXTREMAS Controle de capitais: Implementar controles sobre o movimento de capitais no País. O governo poderia aumentar as alíquotas de importação, elevar a taxação sobre as remessas de lucros e limitar os gastos em viagens ao exterior. Com essa medida, o governo inibiria a saída de recursos do País Centralizar saídas: Centralizar as saídas de recursos do país. Os pagamentos e envios de dinheiro ao exterior teriam de receber autorização do BC O governo teria um forte instrumento para controlar a quantidade de dólares disponíveis na economia Mercado futuro A volta do BC ao mercado futuro de dólar, do qual havia se retirado após mudança do regime cambial em janeiro de 99, quando o real passou a flutuar livremente Seria um instrumento a mais para a instituição conceder dólar ao mercado, que hoje não é permitido pelo acordo com o FMI





