Argentinos sem trabalho
Desempregados ou insatisfeitos com seu trabalho atual, 53% dos argentinos estão procurando um novo trabalho. Os motivos, que são diversos, têm como origem a recessão: procura-se emprego porque se está desempregado ou porque considera-se que o emprego atual não é suficiente para sobreviver.
A pesquisa, segundo analistas, também indica a ampla insegurança trabalhista do país: muitos estão procurando um novo emprego prevendo que perderão o atual. Outros, o fazem para que o novo trabalho sirva de complemento ao atual. Em dez anos de governo do presidente Carlos Menem, a população economicamente ativa cresceu 30%, mas o número de argentinos que busca trabalho aumentou 80%.
Entre os que procuram um novo trabalho, 24,5% (1,3 milhão de argentinos) são pessoas desempregadas que querem mudar de emprego; 15,5% são desempregados; 7,7% são trabalhadores que trabalham mais horas do que a média, que não procuram um novo emprego, mas se aparecer a oportunidade, não vacilariam em trocar. Outros 5% são subempregadas que não estão procurando trabalho, mas que aceitariam um novo emprego.

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