A semana começa com a divulgação do montante das taxas e dos prazos definidos para a megatroca (‘‘swap’’) da dívida argentina de curto prazo. Analistas afirmam que, dependendo do volume, o ‘‘swap’’ pode ter efeito positivo sobre o pregão de amanhã na Bolsa de Valores de São Paulo. Havia informações de que a quantia aceita seria de US$ 23 bilhões. ‘‘Há um mês o mercado segura a respiração à espera desse resultado, que pode representar alívio para a Argentina. Isso respingaria no Brasil’’, diz o diretor da Schroder Brasil, Beto Scretas.
Além da Argentina, Scretas afirma ver motivos que possibilitem um respiro que eleve a Bolsa para cerca de 15.500 pontos em uma ou duas semanas: o fluxo de notícias sobre o racionamento pode ser menos negativo, abrandamento do cenário político e a sinalização ainda não consensual de que a taxa Selic não deverá subir na próxima reunião do Copom.

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