Curitiba - Gustavo Duda, 21 anos, optou por um modelo diferente de negócios. Formado em Economia, abriu uma empresa de design de moda. Ele desenha modelos para duas marcas criadas por ele: Motaro, de moda jovem, e Vaca Laura, para crianças. ''Eu não tinha dinheiro para abrir uma confecção, ter empregados, também não queria fazer um estágio. Daí optei por um sistema diferente'', diz.
Duda desenha, passa a criação para a área de costura, fotografa, coloca em um catálogo e representantes fazem as vendas. Só então as peças são confeccionadas em escala. Para estabelecer sua empresa precisou de apenas R$ 1,5 mil, dinheiro que ganhou trabalhando no Litoral.
''Eu movo minha vida em cima de quatro pilares: a verdade, que é a realidade, a busca da informação; a perseverança; paciência; e coragem'', afirma. Ele explica que sempre teve um perfil empreendedor, de liderança e aberto a mudanças, mas não tem preocupação de se tornar uma pessoa muito rica, ''Tenho um perfil de mudança, sou inquieto, e tenho vontade de exercer essa liberdade'', diz.
A estudante Ana Carolina Malvezzi, 21 anos, estagiária de Design de Modas no Intituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), decidiu participar do evento, mesmo sem estar ainda dentro do ramo de negócios. Ela já sabe o que quer para o futuro. ''Quero ter uma empresa de móveis artesanais com design que abrigue pessoas de comunidades, agregando valor a móveis artesanais feitos para gerar renda para essas comunidades'', diz. Para isso, ela acredita que o mais importante é fazer contatos e conhecer muitas pessoas da área. (M.G.)

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