A construção civil foi o segmento da economia londrinense que mais gerou empregos em termos percentuais neste ano. Estatísticas da Agência do Trabalhador mostram que nos primeiros nove meses do ano a oferta de novas vagas cresceu 7,18% na comparação com o mesmo período de 2006. Este crescimento gerou um saldo de 292 novas vagas de trabalho. Segundo as construtoras, o setor está em um momento positivo devido, principalmente, à facilidade de crédito. Nos últimos 12 meses (setembro/2006 a outubro/2007), a geração de empregos foi ainda maior: um crescimento de 9,01% com relação ao período anterior. Depois da construção, o setor que mais criou postos de trabalho foram os serviços de utilidade pública (ONGs), com índice de mais 6,54% e o setor industrial (mais 6,20%). No entanto, em números absolutos, os serviços – segmento que mais emprega na cidade – foram os ‘‘campeões’’ na criação de novas vagas: 2.471. Em seguida, novamente estão as indústrias, com a abertura de 1.503 novos postos. Segundo o gerente da Agência do Trabalhador, Roberto Gonçalves, o aumento de vagas na construção reflete diretamente o desempenho da economia. ‘‘A economia está aquecida, há incentivos do governo federal para a construção. Vemos na cidade novos imóveis e muitas obras’’, observa. As construtoras Plaenge e Vanguard, por exemplo, contrataram cem novos funcionários nos últimos 12 meses, a maior parte deles para atuar em Londrina. ‘‘Foram contratados engenheiros, arquitetos, administradores de empresas e advogados’’, afirma o diretor da Plaenge, Alexandre Fabian.

É o termo que engloba a confecção de obras como casas, edifícios, pontes, barragens, fundações de máquinas, estradas e aeroportos, onde participam arquitetos e engenheiros civis em colaboração com técnicos de outras disciplinas. No Brasil, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) regulamenta as normas e o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea) fiscaliza o exercício da profissão e a responsabilidade civil

Em finanças, crédito é a capacidade prevista que uma pessoa tem para fazer um empréstimo ou financiamento. Aquele que empresta dinheiro a um indivíduo ou a uma instituição se chama credor

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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