A Apple apresentou na última terça-feira o novo iPad mini - o tablet que mais vende no mundo - com um chip mais rápido e melhor display, e lançou o iPad Air, uma versão mais leve e 72 vezes mais rápida do que a original. Na mesma data, a Apple anunciou uma atualização na linha de laptops Macbook Pro que inclui processadores mais rápidos (Intel Haswell e Crystalwell) e preços menores.
O iPad Air será vendido a um preço inicial de US$ 499 e começará a ser embarcado para diversos países, incluindo a China, a partir de 1º de novembro. O iPad mini chegará aos EUA em novembro por US$ 399 (cerca de R$ 866), preço US$ 70 superior ao de lançamento do iPad mini original. Já os computadores da Apple começaram a ser vendidos nos EUA no mesmo dia do anúncio. Ainda não há informações sobre a chegada dos aparelhos ao Brasil.
A principal novidade do iPad mini é a tela Retina (de alta resolução), o que o equipara ao iPad maior, que desde a terceira versão já tem a tecnologia. A resolução de 2.048 x 1.536 é a mesma de seu irmão maior, mas a menor área visível causa uma densidade de pixels superior (o que dá nitidez supostamente maior): são 324 pontos por polegada ante 264 dos iPads de terceira e quarta gerações e do iPad Air. Equipado com o processador Apple A7, o novo iPad mini é até quatro vezes mais rápido que a primeira geração do aparelho, segundo a Apple.
As versões básicas dos notebooks da Apple ficaram US$ 200 mais baratas, em relação ao preço de lançamento de seus antecessores. Nos EUA, o Macbook Pro de 13 polegadas custará US$ 1.299 (cerca de R$ 2.818) na versão com 128 Gbytes de SSD, RAM de 4 Gbytes e processador Intel Core i5 com clock de 2,4 Ghz. Seu "irmão maior", com tela de 15 polegadas, sairá por a partir de US$ 1.999 (R$ 4.337) com SSD de 256 Gbytes, processador Core i7 de 2 GHz, memória RAM de 8 Gbytes e placa de vídeo integrada Iris Pro, da Intel.

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