Após três sessões consecutivas, dólar baixa 0,68%, cotado a R$ 3,8620
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 14 de agosto de 2018
Agência Estado 
Entre mínima e máxima, moeda oscilou de R$ 3,9034 a R$ 3,8592
Depois de ter subido mais de 3% em três sessões consecutivas de alta, o dólar encontrou espaço para uma correção e fechou em baixa de 0,68% ante o real, cotado a R$ 3,8620 no mercado à vista. Os negócios no "spot" foram reduzidos e somaram US$ 626,1 milhões. O gatilho para as ordens de venda veio do exterior, onde a terça-feira foi de recuperação da lira turca e outras moedas emergentes, em meio a esperanças de um arrefecimento da crise na Turquia.A sessão de negócios foi marcada por alternância de sinais, resultante do clima ainda de incerteza e prudência. Entre a máxima e a mínima do dia, o dólar à vista oscilou de R$ 3,9034 (+0,38%) a R$ 3,8592 (-0,75%).
Sob influência de ADRs, Ibovespa fecha em alta de R$ 1,43%
A Bolsa deu sequência a mais um dia de recuperação, desta vez lastreada na alta registrada em suas pares em Nova York e também nos índices de ADR (American Depositary Receipt) de empresas brasileiras negociados por lá. Tanto Brasil Titans quanto o EWZ subiam mais de 2% pouco antes do fechamento do pregão por aqui. Durante a sessão, o índice oscilou pouco mais de mil pontos, da abertura aos 77.498,61 pontos para encerrar a sessão de negócios aos 78.602,11 pontos - com ganhos de 1,43%. O destaque veio do bloco financeiro onde os papéis dos bancos tiveram ganhos expressivos, com Banco do Brasil ON ganhando 3,45%, seguido de Itaú Unibanco (2,07%) e Bradesco (1,70%).
Bolsas vivem trégua em relação à crise financeira da Turquia
As preocupações com a crise na Turquia deram uma trégua, muito embora a maioria dos mercados acionários da Europa ainda tenha fechado em baixa em reação à alta exposição de bancos europeus ao país. O respiro deu espaço para a alta nos mercados acionários dos Estados Unidos que, por sua vez, deu suporte para os ganhos do Ibovespa. Alia-se aos motivos para a alta na Bolsa brasileira, o vencimento de opções sobre o índice futuro que ocorre amanhã. De acordo com um profissional de renda variável, há um impulso para defesa de posições. De acordo com esse operador, os investidores estrangeiros têm posição comprada em cerca de 120 mil contratos no Ibovespa Futuro.
Taxa do DI para janeiro de 2023 encerrou pregão em 10,71%
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2020 fechou com taxa de 8,17% (mínima), de 8,43% no ajuste anterior, e a do DI para janeiro de 2021 caiu de 9,56% para 9,23% (mínima). A taxa do DI para janeiro de 2023, também na mínima, encerrou em 10,71%, de 11,03%, e a do DI para janeiro de 2025 fechou em 11,39% (mínima), de 11,71%. Segundo explicou um gestor, no caso dos juros, muitos investidores que passaram o dia na ponta contrária, apostando que a melhora dos mercados não se sustentaria, viram sua aposta não se concretizar e resolveram entrar vendendo taxa perto do fechamento.


