Natalino Avance de Souza, diretor técnico do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), explica que muitos produtores irão precisar de ajuda para acessar o sistema, já que alguns desconhecem o funcionamento de um computador. "O Emater está se preparando para dar apoio ao seu público assistido", completa.
Para aqueles produtores que não recebem o apoio do Emater, Souza avalia que está sendo estudado um convênio entre o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e os órgãos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) para aumentar a abrangência da consultoria no processo de realização do CAR.
"Estamos estudando a melhor forma de levar informação aos produtores", observa. O diretor do Emater estima que haverá muitos casos em que os técnicos terão que ir até a propriedade para prestar o apoio in loco ao produtor. "O CAR vai ser uma ferramenta fantástica", comemora Souza. Caso a propriedade não atenda aos requisitos do novo Código Florestal, contendo passivos ambientais, o produtor terá que ingressar no Programa de Regularização Ambiental (PRA), assinando um termo de compromisso para regularizar a sua área. (R.M.)

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