Curitiba - A ANP informou, através de nota, que todas as precauções estão sendo tomadas para que a exploração do gás não convencional, caso venha a ocorrer, seja feita de acordo com as melhores práticas da indústria mundial e com respeito ao meio ambiente.
Ontem a ANP realizou uma audiência pública no Rio de Janeiro que abordou a resolução que estabelecerá os critérios para a perfuração de poços seguida do emprego de fraturamento hidráulico não convencional. A minuta da resolução havia sido colocada em consulta pública, para o recebimento de comentários e sugestões da indústria, comunidade científica e sociedade em geral, e a ANP vai analisar os comentários e sugestões recebidos tanto na consulta pública como na audiência.
A Copel foi procurada pela reportagem, mas não comentou o assunto. A diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, admitiu que não há uma previsão de volume de gás que poderá ser produzido no Estado, quando esteve em Curitiba no dia 28 de outubro. Isso significa que terão que ser realizadas várias perfurações para encontrar os poços.
As empresas vencedoras do leilão terão quatro anos para procurarem o gás. Segundo Magda, as companhias escolhidas na licitação terão que descobrir as áreas com gás. Após encontrarem o combustível, terão que apresentar um plano de desenvolvimento com o número de postos que vão perfurar e quando começam a produzir. (A.B.)

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