Angelus tem ampliação após acesso em 2008
No Parque Tecnológico de Londrina (PTL) desde 2008, a Angelus Ciência e Tecnologia apresentou projeto para entrar no complexo porque precisava expandir a estrutura. Em menos de sete meses, conseguiu a aprovação da proposta em prazo considerado adequado pelo gerente financeiro da indústria de materiais odontológicos, Paulo Calixto. Ele conta que o período serve para as empresas captarem financiamento para obras. "Ao conseguir o terreno, há prazos para se cumprir."
Calixto acredita que a contrapartida necessária da empresa para o município seja, mesmo, a geração de emprego, de renda e de tributos. "Somente em IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) foram R$ 16 mil que pagamos no primeiro ano", diz. Ele afirma que é preciso que a cidade tenha olhos para o desenvolvimento regional. "Para aqueles que têm interesse em ingressar no parque e se enquadram no perfil de inovação, não há por que não dar certo."
Além do terreno cedido com acesso à infraestrutura comum, a indústria se beneficia do clima de um parque tecnológico. "Parceiros e clientes realmente entendem que a empresa é inovadora, que está em um lugar adequado", conta. Com 18 anos no mercado, a Angelus tem 68 funcionários, dos quais 15% são mestres ou doutores. Ainda, coleciona prêmios e certificados de qualidade. A empresa exporta para mais de 50 países. O que, também, gera impostos para Londrina. (F.G.)





