São Paulo - Para o gerente da pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - que não divulga dados comparativos a mês anterior -, Nilo Lopes, ''há um movimento favorável do comércio, independente da base de comparação, porque está ocorrendo alguma recuperação do rendimento dos trabalhadores. Há um quadro econômico realmente bem melhor do que no ano passado. Mas é uma recuperação suave, pois o comércio ainda não recuperou as perdas acumuladas a partir de 2002''.
O chefe do Departamento de Economia da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas, concorda com a avaliação e aponta um crescimento ''certo'' para o setor em março.
Para Thadeu de Freitas, a recuperação do poder de compra (por causa das baixas taxas de inflação) e a continuidade da trajetória de queda nos juros vão impulsionar com mais força as vendas do varejo no segundo semestre e o setor fechará o ano com expansão entre 3% e 3,5% sobre o ano passado.

mockup