Genebra - A América Latina também ocupa uma posição pouco confortável no que se refere a medidas para atrair capitais. Em 2003, só a África adotou um número menor de iniciativas nessa direção. Para 2004 e 2005, metade dos especialistas indicou que não vê esperanças de novas medidas na região. No caso do Brasil, todas as esperanças estão na Nova Política Industrial, mas os efeitos ainda não estão certos.
Para a Unctad, o problema é que a tendência geral no mundo é de uma disputa cada vez maior pelos investimentos, mesmo entre os países que fazem parte do ranking. ''Os países serão ainda mais ativos, implementando incentivos e medidas de liberalização'', prevê o autor do estudo. No restante do planeta, a tendência é também de um aumento dos fluxos de investimentos até 2007, principalmente nos setores de alimentos e bebidas, automotivo, produtos eletrônicos e máquinas e equipamentos. No setor de serviços, o destaque vai para os transporte, bancos e seguros.
Além dos chineses e indianos, a Unctad aponta a economia americana como a terceira mais atrativa. Na Europa, a República Checa, Polônia e Inglaterra figuram como pólos de investimentos nos próximos quatro anos.

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