O mercado reabre hoje sob tensão. O principal foco de nervosismo nesta semana continua sendo a Argentina. As oscilações de preços das ações, que foram enormes nos últimos dias, entretanto, podem diminuir. ‘‘Essas flutuações não terão a mesma magnitude, mas não recuarão muito. Ainda teremos duas semanas de inferno’’, diz Jorge Simino, diretor da Unibanco Asset Management.
Incertezas permanecem no cenário externo. O ministro argentino da Economia, Domingo Cavallo, conseguiu vitórias políticas, mas o mercado considera que o risco de ‘‘default’’ (inadimplência) permanece a médio prazo.
‘‘Se Cavallo conseguir gerar fatos positivos e o mercado acreditar que o país não vai quebrar, é possível uma reação mais forte da Bolsa brasileira’’, afirma o diretor da BNP Paribas Asset Management, Nicolas Balafas.

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