Isaías Munhoz Fabril Junior, aos 36 anos, decidiu mudar de profissão. Trabalhando em gráficas há muito tempo, na área de cartonagem, resolveu fazer um curso técnico e começou o de informática no IFET. ''Eu não tinha tempo disponível, então resolvi fazer esse curso. Primeiro pela necessidade do mercado de trabalho, que sempre busca profissionais capacitados. Outro motivo é que esse tipo de curso profissionalizante é mais prático do que teórico, então a gente se forma sabendo de fato a prática da profissão'', explica.
''Eu queria ter uma profissão, ser formado em algum curso. Eu tinha um trabalho, mas não era graduado, não tinha título. Quando eu me formar no IFET, além de ter um diploma de uma instituição federal, que conta muito no curriculo, vou conseguir ganhar mais do que antes e trabalhar em uma área que eu estou aprendendo a gostar, apesar de ser diferente da que eu trabalhava antes'', afirma Isaías. ''As aulas ainda estão no início, mas já percebi que a formação vai abrir muitas possibilidades de emprego. Daqui pra frente vou decidir em que área vou querer atuar'', conclui.
Diferente de Isaías, que procurou uma nova alternativa de trabalho, Isabela Franco Rodrigues dos Santos, 19 anos, tinha acabado de terminar o ensino médio quando decidiu pelo curso técnico. ''Eu prestei vestibular na UEL e aqui no instituto. Não passei na UEL, e como não queria perder mais tempo com cursinho eu optei pelo IFET'' conta a jovem.
Isabela também explica que ficou interessada na duração do curso e no diploma federal. ''Eu gosto da área de programação e designer, e como não é uma profissão regulamentada eu quero ter um diferencial. Como não leva tanto tempo quanto numa graduação, esse curso vai suprir minhas necessidades na profissão e ainda abrir muitas oportunidades na carreira de informática'' finaliza. (P.B.O.)

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