Alugar é a melhor opção, diz carnavalesco
Entre alugar, comprar pronta ou mandar fazer uma fantasia especialmente para pular o carnaval, o diretor de carnaval Josias Pimenta diz que a primeira é a melhor opção. Com menos de R$ 50 reais a pessoa consegue uma roupa legal. Além disso, as casas de aluguel de trajes trazem muita varidade, o que não encontramos para comprar, diz.
Pimenta conta que para ter a fantasia após o carnaval, o valor sobre para R$ 200. Não existem muitas lojas de venda de fantasias no Paraná. Mas até dá para encontrar peças mais simples ou kits por preços mais baixos, mas não são tão completos. Comprar é uma boa opção para crianças, que sempre gostam de trajes de desenhos animados, por exemplo.
Ele recomenda que o folião preste atenção à qualidade das peças, principalmente nas casas de aluguel. Tem muita roupa judiada, desbotada de tanto lavar, afirma.
Já Melina Mulazani, atriz e integrante da animação do bloco Garibaldis e Sacis, acredita que é possível montar uma boa fantasia em casa. Eu mesmo costuro minhas roupas em uma máquina portátil. Gosto de reaproveitar as peças de um ano para o outro e remontá-las. Tenho uma saia de tule que já usei de peruca e gola em outros anos, conta.
Para quem não tem nada que possa ser aproveitado em casa, uma roupa completa pode sair por cerca de R$ 60. A dica de Melina é procurar tecidos baratos, de segunda mão. Uso tecido de estofado ou de cortina que são bem coloridos. Comprei um a R$ 2,00 o metro. Quem tem mais tempo, pode bordar brilhos, canutilhos e lantejola. Quem não tem, com cola quente dá para usar material reciclado como canudos e até mesmo o papel brilhante da embalagem do salgadinho, diz.
Nos pés, Melina e Pimenta concordam. O sapato tem que ser confortável. Mas não pode destoar da fantasia. As dicas são essas. Mas a regra é uma só: usar a criatividade. (M.R.M)





