O aumento da capacidade de consumo da população e o ritmo da vida moderna levam um maior número de pessoas a optar pela praticidade dos alimentos prontos e semi-prontos. As massas, que já têm boa aceitação por si só, levam vantagem. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias (Abima), entre 2003 e 2007 o volume de massa fresca produzido no País cresceu de 30 toneladas para 42 toneladas.
Segundo Cláudio Zanão, presidente da Abima, este é um nicho de mercado com maior valor agregado. ''É um produto diferenciado, todo mundo gosta, do neto ao avô'', observa. ''Acaba sendo uma boa alternativa para quem quer abrir um negócio. A pessoa começa a trabalhar junto com a família, de forma caseira, e vai ampliando conforme a demanda, até passar a adquirir máquinas para vencer a produção''.
Ele informa que a Abima tem 44 associados que representam 80% do mercado de massa (seca, instantânea e fresca) no Brasil. A entidade deve iniciar um levantamento para saber sobre o universo das pequenas e microempresas no País. (G.M.)

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