Alta na bomba divide opiniões de comerciantes
O novo aumento dos combustíveis em Londrina não deve ter reflexos nas vendas de fim de ano, na opinião do presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), George Hiraiwa. O maior prejudicado é o comerciante, que vai ter que absorver os aumentos nos custos. Como o combustível atua diretamente na formatação dos custos, é um item preocupante.
Hiraiwa não acredita no repasse ao consumidor dos custos do frete justamente por causa da proximidade do Natal. O mercado está competitivo. Não dá para remarcar nada, afirmou. Apesar de não saber quantificar, ele acredita que o comércio vai vender mais do que no Natal passado. As pessoas não vão deixar de comprar presentes porque a gasolina aumentou.
O superintendente do Catuaí Shopping Center, Odair Daroque, prevê vendas entre 10% e 12% maiores do que em dezembro de 99. Segundo ele, a média de aumento mensal desde junho deste ano varia de 8% a 12%. O brasileiro assimila a alta de combustíveis facilmente, acha. Já o presidente do Sincoval, Sinézio Scudeler, acredita que o consumidor vai economizar no comércio o aumento do combustível. Tem que tirar de algum lugar. (C.L.)





