Flávia Obara Kay, acadêmica de relações públicas e membro de relações corporativas, conta que ainda há muito a ser feito em termos de divulgação. Quando se fala no potencial que a cidade oferece, ela é otimista e acredita que por ser uma proposta diferente há grandes chances de crescer. ‘‘É uma idéia muito nova e as empresas ficam com receio. Acredito que isso ocorra ainda por conta da falta de divulgação. Por isso, nós estamos numa fase de introduzir a idéia e para isso nós até dividimos o mercado em várias áreas como agricultura, construção’’, explica.
  Mas o que atraiu a Aiesec para Londrina foi o perfil populacional – a alta concentração de estudantes universitários. São quatro grandes universidades e todos podem ter acesso porque não existe exclusividade com nenhuma delas. ‘‘Temos dois processos seletivos por ano. É para jovens acadêmicos de todas as instituições. Também é aberto a todos os cursos, não só o de Administração’’, explica Flávia. Ela destaca ainda que, além da alta concentração de estudantes, as feiras de intercâmbio mais importantes do Brasil também acontecem em Londrina. ‘‘Por isso, a cidade se alinhou ao perfil de profissionais que nós procuramos’’, arremata Martinez.

mockup