Alphaville já atrai 315 compradores
Carmem Murara
De Curitiba
O empreendimento imobiliário Alphaville Graciosa montado em Curitiba com o mesmo conceito do Alphaville de São Paulo foi pré-lançado ontem e já obteve 315 vendas de terrenos de um total de 1.114. Outras 700 pessoas manifestaram interesse em morar no local e por isso reservaram lotes para futura compra. O Alphaville começou a ser comercializado após um investimento global de R$ 49 milhões, incluindo a duplicação da estrada de acesso. A intenção é que o condomínio funcione quase como uma minicidade, com vida independente da capital e longe dos problemas corriqueiros como violência e trânsito.
O Alphaville Graciosa foi montado numa área de 2,8 milhões de metros quadrados às margens da estrada da Graciosa, no município de Pinhais (Região Metropolitana de Curitiba) e quase no pé da Serra do Mar. São quatro condomínios residenciais formados por terrenos de 750 metros quadrados, um shopping center, além de quadras esportivas, piscinas, campo de golfe e bosques naturais. Os lotes serão vendidos por R$ 75 mil e a manutenção do local gira em torno de R$ 150 mensais.
O diretor-superintendente da Alphaville Urbanismo S.A, Nuno Lopes Alves, espera vender todo o projeto num prazo de 12 meses, mas há uma real possibilidade de as vendas estourarem nos próximos dias. A expectativa se dá com base na experiência de Belo Horizonte, onde todos os terrenos foram vendidos no mês do lançamento.
Quando decidimos investir em Curitiba, imaginávamos que as vendas se dariam em dois anos, mas agora estamos mais otimistas e por isso revimos os prazos, afirmou ontem Alves. Ele esteve participando do coquetel de lançamento do empreendimento, que foi feito no Graciosa Country Club, em Curitiba.
Desde que foi criado em São Paulo, no final da década de 70, o projeto foi levado para outras 19 capitais e cidades de grande porte. A intenção é criar espaços longe da agitação dos centros urbanos, em áreas onde haja segurança e mais contato com a natureza. Alves disse que em algumas capitais, como é o caso de Belo Horizonte, há planos de se investir em um segundo Alphaville.





