Alimentos voltam a pressionar a inflação semanal
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segunda-feira, 16 de maio de 2011
Agência Brasil 
São Paulo - O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), medido pelo Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV (Fundação Getulio Vargas), atingiu 1,09%, na segunda prévia de maio.
Essa taxa foi 0,04 ponto percentual maior do que a apurada na primeira prévia (1,05%). A principal elevação foi constatada no grupo alimentação que passou de 1,26% para 1,52%.
De um total de 21 gêneros alimentícios pesquisados, 14 ficaram mais caros, entre eles, as hortaliças e os legumes (de 5,77% para 7,89%); as frutas (de 0,12% para 0,33%); os laticínios (de 2,72% para 2,84%), e a comida pronta e congelados (de 1,05% para 1,26%).
Também pesou mais no orçamento doméstico as despesas com habitação (de 0,63% para 0,76%), com reflexos das taxas de água e esgoto residencial (de 1,29% para 2,27%), e a tarifa de eletricidade residencial (de 1,31% para 1,63%).
Os cinco grupos restantes registraram alta, mas com taxas menores do que as obtidas no último levantamento. Embora o grupo de transportes ainda apresente índice elevado com 1,56% ante 1,94%, houve expressa redução no ritmo de correção do álcool combustível (de 5,63% para 0,09%).
Os itens que mais ajudaram a elevar o IPC-S foram: a batata-inglesa (de 32,03% para 32,64%); a gasolina (de 6,01% para 5,12%); a tarifa de energia elétrica residencial (de 1,31% para 1,63%), o leite longa vida (de 4,53% para 4,68%) e a taxa de água e esgoto residencial (de 1,29% para 2,27%).


