Alimentos e transportes aliviaram IPC-S de janeiro
PUBLICAÇÃO
sábado, 02 de fevereiro de 2008
Alessandra Saraiva<br>Agência Estado 
Rio de Janeiro- A leve desaceleração do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) de janeiro, que ficou em 0,97% no fechado do mês passado em comparação com o aumento de 0,98% apurado na prévia anterior do índice, foi influenciada principalmente por elevações de preços menos intensas nos grupos Alimentação (de 2,32% para 2,10%) e Transportes (de 0,47% para 0,26%). A informação é da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que anunciou ontem o detalhamento do resultado do índice.
Das sete classes de despesa que compõem o IPC-S, três apresentaram aumentos de preços menos intensos ou deflações mais fortes, na passagem da terceira para a quarta leitura do IPC-S. Além dos dois grupos já citados, é o caso de Vestuário (de -0,41% para -0,46%).
As outras classes de despesa apresentaram aceleração de preços. É o caso de Habitação (de 0,24% para 0,25%); Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,52% para 0,54%); Educação, Leitura e Recreação (de 1,65% para 2,52%); e Despesas Diversas (de 0,48% para 0,67%).
Ao analisar a movimentação de preços entre os produtos, a FGV informou que as mais expressivas quedas foram registradas nos preços do limão (-19,99%), da tarifa de táxi (-5,14%) e da batata-inglesa (-3,19%). Por sua vez, os aumentos de preço mais expressivos, no IPC-S de janeiro, foram registradas no tomate (40,67%), no feijão carioquinha (20,90%) e nos cursos de ensino superior (3,24%).


