As oito alianças mercadológicas estaduais, que têm foco na produção de carne com qualidade, querem ampliar mercado. A intenção do grupo é fortalecer a produção para iniciar as exportações tão logo os embargos comerciais sejam levantados. As oito alianças mercadológicas são formadas por 143 produtores que, juntos, abatem 34,8 mil cabeças por ano. Há um potencial para ampliar os abates para 63,2 mil cabeças anuais, o que geraria um incremento na renda de R$ 33,5 milhões para R$ 60,9 milhões.
Segundo Luiz Fernando Brondani, zootecnista e coordenador estadual de Pecuária de Corte da Emater, a pecuária pode ser um negócio lucrativo desde que a produção seja intensificada. A saída seria investir em novilhos precoces, com a redução da idade de abate de 36 meses para 24 meses. ''O Paraná tem um clima bom, multivariedade de raças e boa genética. Além disso, os resíduos vegetais podem ser usados na alimentação animal'', comentou. (F.M.)

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