O processo de ajuste fiscal e a atual conjuntura econômica não devem afetar o Programa de Revitalização de Cooperativas de Produção Agropecuária (Recoop), lançado este mês. Segundo o superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Amilcar Gramacho, não está prevista alterações no programa. A expectativa é que até o final de outubro as primeiras negociações já estejam concluídas.
O comitê executivo do Recoop esteve reunido ontem, no Ministério da Fazenda, num segundo encontro para a operacionalização e definição do cronograma de implementação do programa.
A previsão é que R$ 3 bilhões sejam usados no Recoop. Desse total, o Tesouro Nacional terá uma participação de até R$ 2,1 bilhões. O restante R$ 900 milhões são oriundos da Lei de Securitização, de dezembro de 1995, e da exigibilidade do Manual de Crédito Rural (MCR).

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