Procurado por um fabricante de garrafas com imãs em 1997, Eduardo Di Mauro fez uma pesquisa sobre a água colocada em exposição ao campo magnético do produto. ''A primeira coisa que orientei a empresa foi de não colocar referências a água imantada, já que ela não se magnetiza'', lembra.
Apesar disso, o estudo revelou que a água colocada na garrafa apresentou sais minerais menores. ''O diâmetro das partículas tinha diminuído, já que os sais estavam mais dissolvidos que a água que não foi colocada na garrafa. Mas se isso teria uma propriedade terapêutica, já é uma outra história.''
Sobre a pulseira do equilíbrio, o professor é enfático: ''O fato de a pessoa não se desequilibrar com o uso do acessório não tem nenhuma relação com a física. Os imãs não teriam esse ''poder''. Mas estou disposto participar de estudos sistemáticos para comprovar os reais efeitos dessa pulseira'', declara.(M.T.)

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