Como já havia sido alarmado recentemente em diferentes projeções econômicas, o Produto Interno Bruto (PIB) do País fechou 2015 com uma retração considerável de 3,8%, e valor total atingindo a marca de R$ 5,904 trilhões. Os números foram divulgados na última semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com mais um
recorde negativo no cenário econômico do governo Dilma Rousseff. O PIB per capita fechou em R$ 28,8 mil ano passado, recuando (em termos reais) 4,6% em relação a 2014.
No Paraná – mais uma vez – o agronegócio "salvou a lavoura". Enquanto no País o PIB do setor agropecuário fechou com elevação módica de 1,8%, no Estado cresceu 4,4%, o que garantiu que o PIB total fechasse com retração menor comparada à média nacional, de 2,8%, segundo levantamento preliminar do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). Quando se trata dos outros dois setores avaliados – indústria e serviço – Estado e País estão com percentuais no vermelho bem equiparados. A indústria paranaense retraiu 7%, enquanto a média nacional ficou em queda de 6,2%. Já o setor de serviços do Paraná teve queda de 2,3%, muito próximo aos 2,7% da retração nacional.
O diretor-presidente do Ipardes, Júlio Suzuki Júnior, conversou com a reportagem e não tem dúvidas: o agronegócio mais uma vez deu uma força para que a queda do PIB paranaense não fosse tão brusca. "A produção recorde de grãos e uma pecuária com resultados satisfatórios fizeram com que a crise atingisse o Estado de forma menos intensa", salientou ele.

Esta é a maior queda da série histórica desde o início do levantamento do instituto, em 1990

Importância da safra 2014/15 ter sido cheia e as exportações favoráveis, principalmente com o cenário de elevação do dólar

O Programa Folha Cidadania é o desafio social da Folha de Londrina no combate ao analfabetismo funcional

mockup